terça-feira, 13 de dezembro de 2011

12 de dezembro de 2012 - Procura

Gostaria de manter contato com homens com hipertricose.

Recado do Esso - 12 de dezembro de 2012

Para o príncipe do deserto.
Agradeço as boas palavras, mas poderia me mandar de presente  o detalhe monumental de sua beleza.

SALÃO GRENAT – DEZEMBRO 2011

E lá vem o Natal.......
Pessoas me olham estranhamente quando me queixo que meu pé e mão estão feridos porque a TV está veiculando minha imagem há uma semana.
Faz calor tremendo. A sensação térmica ataca as veias da minha cabeça. Dor! Dor! Dor!

O sábado está repleto de gente agitada. De tristeza. PEG morreu na quarta-feira. Morreu dormindo, como pedi a Santa Maria e Omulu. Eu a plantei no jardim, ao lado de Rita e Manacá. Perdita salvou-se do câncer, operada pela Drª Izabel Garib. Fomos apoiados pela vizinha Fátima que faz tudo para salvar meus filhos. E quer salvar a mim também. Não sabe que já estou perdido. Morto em mim.
E lá vem o Natal. 
Deuses! É um atrás do outro. Não dá tempo nem de desarmar a árvore!  Tento ajeitar a casa repleta de cães e lembranças. Cheia de trastes do T.O.C. . Tem to me encontrar nas ruas, e fugir da dor no corpo e na mente, exausto. Pessoas gritam dos carros: - Te vi na TV! Outras me param entusiasmadas pela vida, acham demais minha imagem louca no vídeo. Sorrio e sigo.
Calor, calor! Ardência no alto da cabeça. Vontade de morrer!

Mas não posso morrer, por causa dos cães. E também da esperança que um desses natais me tragam o consolo do Cristo. Quero morrer! Escapar dessa miserável condição humana. Gente agita se dão encontrões na rua. Gritam alvoroçadas. São uma gente feia. São disformes, são tristes. Estão alucinadas por ter prazer Querem luzes, cores, luxos, iguarias, presentes. Querem o que eles acham que é viver. E NÂO TÊM. E ficam obesos por comilanças venenosas e bebelanças ordinárias. E ficam mais feios, mais tristes e malcheirosos.
Eles fedem (dizem que eu também por causa dos cachorros). PEG está criando raízes no quarto dia. Já deve estar com o Perfume da terra. Cheia de vida na agitação dos vermes, não quero chorar mais.

Lá vem o Natal. E me dá pena a agitação do povo. O desespero da carência nas caras feias. Embrutecidas, desencantadas. Me dá medo. Não encontro nada do aniversariante nessa preparação natalina. Ninguem lembra do bem nascido. E nem dá mesmo.
Apenas a procura do prazer envolve essas pessoas, que não encontrando prazer, ficam violentas. Assassinas (vide a mídia). E lá vem o CRACK, o álcool, a cocaina, o estupro, a pedofilia. Tudo é a busca do prazer. É uma pena a morte de tantas mulheres lindas que a TV mostra. A frustração por prazer mata o pouco de beleza que ainda temos. Ontem, sexta, fui á minha igreja. Aturdido vejo a boa amiga em desespero por causa da mediocridade testosterônica dos machos. Tento consolar. Tento. Sinto o calor do planeta luzinando. Morrendo por causa da força da testosterona criando o Armagedon.  Essa coisa que faz desesperar a amiga que tento consolar. Então vem a outra, proclamando que embora eu não fale com ela, eu estou na TV há uma semana (?). O marido bonitão me olha frio. E o outro, um anão feio e mirrado me olha com raiva. E outro ainda começa gritar comigo. Fujo dalí aos tropeções. Zonzo, caio no meio das ferragens destorcidas do Confiança. Firo mão e pé. Meu sangue salta longe como um derrame.   A revolta contra mim, esse não sei o que enlouquecido das pessoas me pegando. Tento escapar. Não posso. Sangro. E em poucos dias vem o Natal.

Novamente milhares e milhares de pessoas morrerão massacradas, violentadas, entoxicadas pela busca inútil do prazer. E ninguém lembrará o aniversariante, embriagadas pela busca de rosas e vinhos.

Na caixinha ao lado de minha cama, vejo o filhote de PEG que ficou pra mim cuidar. Ele ergue a patinha e gane suave. Quer papar. Me lembra um pequeno e lindo Jesus criança. Vou preparar a mamadeira e penso: -Quem sabe desta vez será diferente. Quem sabe a luz de Deus me liberte de todo este horror. Quem sabe.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SALÃO GRENAT - PODA

A cozinha tem paredes negras por causa do fogão de lenhas e tijolos apodrecidos. As ripas escuras das paredes têm frestas, que parecem muito, muito velhas. O homem agarra violento a mulher franzina que grita com voz pequena.
Tento puxá-lo pela camisa e levo um safanão. Então ele tira afaca da cintura e berra que vai arrancar a orelha dela e pendurar no fumeiro. Diz que vai cortar seu pescoço. Do chão vejo a tesoura de poda na parede. É  grande e de lâminas redondas. Com duas foices cruzadas.
Levanto, apanho o tesourão, abro com esforço e cravo na nuca do homem.
Ele dá um grito pavoroso, ainda segurando o pescoço da mulher. As lâminas enterram na carne, o que me faz forçar o movimento para completar o corte - Olha o barulho "cruuuunch" - é o barulho do osso. E a cabeça cai para tráz resvalando no meu corpo apavorado de doze anos.
O sangue esguiça e molha tudo.
A mulher chorando me abraça e estranhamente calmo lhe digo:
- Ah! mãe! Voce desgraçou a minha vida......

1958
Estou com dezessete anos e desesperado com o horror constante das voltas do home para casa paós ciranda dos botecos. Na noite inteira houve gritarias, correrias, polícia. O pesdelo costumeiro. Sempre tenho que evitar a presença da mãe, no dia seguinte, pois que elétrica de fúria, descarrega em mim os nervos, a frustação de realidade miserável.
A procurar algo no quarto de tralhas, vejo no armário da velha pia algo incrível: uma tesoura de poda; grande, recurva como duas foices cruzadas....

1949
São 18:30hs e volto rápido para a grande e bela estação da NOB.
Portal da Vila Dutra e para o mundo do cinema, do qual já vivo e me deslumbro. Tenho oito anos. E desde os cinco o cinema e as estrelas foram sempre rotas de fuga das misérias humanas que me cercavam. Eu fora levar a comida para um dos filhos da mãe que trabalhando na Cooperativa, no centro. Dalí ele ia para as suas aulas sei lá de que.  Estava alegre pois ia ter festa junina na Vila. As quatro primeiras casas da Alameda Ponta-Porã se reuniam e faziam festejos, fogueiras, bombas e doces juninos.
Na sequência de bares que circundavam a Estação da NOB, encontro o home. E não estava bêbado ainda. A gente se dirige para a praça da Estação quando de um dos bares um rapaz se acerca e falando obsenidades me passa a mão na bunda. O home fica macho e avança para o rapaz que tira do bolso um punhal.
- Vem! Grita o moço. O home se retrai com medo. Em uma fração de tempo em que sinto um frêmito.
-Eu quero que o rapaz atinja, fira e mata o home.
Eu quero, quero e fico fascinado esperando a lâmina cortar aquela cara nojenta. Aquele corpo odiado.
Contudo, o home me puxa pela mão e rápida chegamos ao trenzinho. E às 10 para as 7 da noite leva a gente para a festa.


2011
A Drª Izabel mantem a pequena PEG viva com soro diário há vinte dias.
Visito a Pretinha todo dia. Se ela conseguir comer e beber poderá se salva.
Esperamos um milagre e Jesus de minha madrinha Maria e dos padrinhos dos bichinhos São Francisco e Omulu.


Drª Izabel Garib e César que lutam por minha PEG.

Eu e a PEG na Clinica


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CAÇA AO LOBO

CAÇA  AO  LOBO
Sou fascinado por “lobos”.
Fico em êxtase com imagens de machos humanos terreanos, peludos. Quanto mais pelos, melhor.
“Lobos” negros são maravilhosos!!
Peço aos “lobos” me enviarem fotos de corpo todo e detalhes. Rosto também.
Que tenham de 18 a 60 anos de idade.
De qualquer raça ou nível.
Mandem nome, telefone, endereço, profissão e gostos pessoais.
Sou fetichista e coleciono material lupino.
Escolherei o melhor para correspondente.
End.: AGF Andradas
           Rua dos Andradas, 6-63
           Vila Souto – Bauru/SP
           CEP 17050-972    



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Salão Grenat - 28/11/2011 - LIXO HUMANO

Muitas pessoas me chama de lixo humano. Preferia que fosse só lixo. Estou me lixando para o que dizem.
Então eles ficam furioso por isso e enchem de lixo e entulho meu portão e minha calçada. Aí o vizinho que se diz doutrinador religioso vem discutir comigo por causa desse lixo. Me chama de viado e outras coisinhas e que vai mandar me prender.
Só falo: _Sai maldito, velho nojento e bato-lhe o portão na cara e vou dar de mamar ao filhote de PEG que sobrevive forte.
PEG está internada há oito dias com graves problemas renais.
A vizinha Fátima que nos socorre junto à Drª Izabel Garib que fazem  milagres de amor com os bichinhos desamparados. Bichinho como eu também.
Há quatro dias a Drª deu alta para a PERDITA que operou de câncer. Na cozinha CRISTAL e BONECA cegas precisam de meus cuidados. ALDREY amanheceu com problemas de isóspora. Tenho que medicar.
Não tenho tempo para as pirações vis dessa gentinha.
Nesses tempos de "fins dos tempos" os problemas de testosterona se combinam com o condicionamento judaico-cristão do popular. A humanidade decadente (com exceções raras) vive pressionada por seus pecados judáicos. Enquanto isso, roubam, matam, torturam, fofocam, se viciam em drogas, em álcool, etc.
Torturam e estupram mulheres, crianças e idosos. Violência, ignorância, carência infestam essa raça condenada. 
E mesmo assim, podres de sí mesmo, se agarram aos ditames do condicionamento defasado do que aprenderam dos pais, dos avós, dos vizinhos, das igrejas.
E aí, desesperados em sua pequenês, eles me vêm e sabem que tenho a alma livre.
Faço o que quero nos meus "comigos". Vivo de masturbação para não ter contatos com eles. Enquanto cuido de amenizar a dor dos bichinhos, das crianças e dos velhinhos.

Nos intervalos das agreções constantes que me causam dores e mal-estar terríveis, procuro as estrelas. As velhas estrelas de cinema, do teatro, literatura, música.  E fechado entre altos muros vivo minha vida entre animais, plantas e os clássicos, que por obra de Deus me regeneram, me dão força para continuar lutando. Enquanto eu caravana, passo, os lobos, vampiros e lubisomens rugem e atacam furiosos os muros de minha cidadela.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

ESSO: O Asteróide 2005 YU55 não beijou.

A deusa mãe está mais furiosa ainda pelo menininho esmurrado e massacrado pelo maldito “pai” com problemas de assento.
Eles, contudo, filhos de “baixa testosterona” continuarão ferindo, violentando, matando velos, mulheres e ternas criancinhas.
Horror! Horror!
Contudo, resta a imagem amada de criaturas muito amadas por ESSO.



Eu as exponho aqui.
Com beijos,