quinta-feira, 27 de novembro de 2014

PODEROSAS - 27/11/2014

Poderosas_Poema de Esso Maciel para Marilyn Monroe e Vera Verão. Ambas assassinadas
PODEROSAS.

Vera Verão, bela e dadivosa
descansa a cabeça exausta no colo de M.M.
Incrível imagem de beleza.
Mulher com dedos suaves acaricia os cabelos de Verinha.
E plena de tanta doçura.
Vera Verão irrompe numa enorme ereção.

CEIA - (CONTO NOIR) - 27/11/2014

Adão é um homem gordo em seus 40 anos. Seria uma macho interessante, se além de gordo não falasse gritando. (Querida, o molho do menino está pronto? Está quase, meu bem, responde a esposa. Helô é bonita, tem quarenta anos. O avental natalino lhe confere graciosidade. "O que o menino te diz, Helô?" "Ah querido, ele disse que queria comer uvas passas". "Você deu?". "Dei, das passas dele mesmo. Comeu meio pacote, e a Caroline querido, como está?" "Ele está repousando, meu bem. Tomou 2 Lexotan. Assim vai estar melhor à noite durante a ceia. Helô conta para Adão que seus pais virão à noite." Pena que minha mãe não possa vir. Ela foi servida no natal passado.

No sofá da copa, Caroline parece dormir. Está nua. Linda nos seus 18 anos. Adão olha para afilha embevecido. Começa alisar os seios pequenos e rosados e sente que está tendo uma tremenda ereção. Ele olha para a grande faca para a mesinha ao lado. A lâmina rebrilhando como um enfeite natalino. Rápido arranca toda a roupa e monta sobre a mocinha. Os dedos ávidos escavando a vagina virgem. Adão é bem dotado e penetra a menina. Primeiro suave, depois ferozmente.

Apanha a faca afiada e começa a fatiar as carnes tenras da mocinha. Vai colocando os pedaços num grande panelão e diz eufórico: "Filhinha, o ensopado de natal é por minha conta e você vai ser a alegria da festa"!


terça-feira, 25 de novembro de 2014

TEXTÍCULOS - 25/11/2014

CURA UNIVERSAL
Acredito que a Igreja Universal possa curar. Ela manipula com rituais, sons violentos e doutrina mental para auto ajuda. O próprio doente se cura na Igreja Universal. Ele é ensinado a usar a força Deus que todos trazemos no cérebro. O crente em Deus pode tudo.

TEOREMA
Pasolini, com seu filme teorema, que tanto escândalo causou na época, já mostrava toda a realidade do eixo sexual da terra. A força do pênis na vida de cada um, de uma maneira ou de outra. Agora, isso tudo se vê por aí, causando a destruição do mundo, através dos hormônios masculinos. Veja o filme Teorema de Pasolini e confirmem.

EU
Eu fui criado com requintada educação por minhas tias Yáyá e Esther. Tive uma vida de príncipe na opulência do pantanal matogrossense. Voltando para a casa da família, deparo com agrupamento de pessoas bipolares, sociopáticas, neuróticas e coisas comuns da vida. Fugia disso tudo entre plantas e animais. Também filmes e músicas clássicas. Fiquei sendo a ovelha negra da família, até o fim. E hoje sou a maldita ovelha negra da cidade. Vivo em contraste de minha aparência andrógena-alienígena e minha serenidade e educação que espantam as pessoas em torno, semelhantes que são à minha família, isto é, normais.

Além das estrelas e dos cães, o que me salva é ver, rever e imaginar a elegância de Beatriz Segal.

sábado, 22 de novembro de 2014

TEXTÍCULOS - 22/11/2014

HOMENS GORDOS
Não tenho nada contra pessoas gordas. Mas tenho horror de homem gordo que GRITA. Me enche de dor e mal estar. Aguentei um gordo nojento gritando nos meus ouvidos por mais de 60 anos. Então tenho raiva, revolta e neurose contra homens gordos gritando feitos porcos esfaqueados no Natal.

PARANORMAL
Estava bem, planejando o sábado. Comecei pensar em vida na outra vida. Pensei que se existir realmente outra vida gostaria, apesar de tudo de reencontrar minha mãe. Mas jamais queria reencontrar o "Home", aquele gordo nojento e gritante. Nesse instante a coisa me pegou. Dor, tontura, náusea. A panela voou do fogo, a cachorrada começou gritar. Aturdido percebi que meu pensamento atraiu uma crise da "coisa". A realidade é que 18 anos após a morte do "Home", continuo não gostando dele, tendo nojo dele, revolta contra ele, raiva, raiva. Só Deus para amansar meu coração.

PEQUENOS ASSASSINATOS
Não sei matar. Nem mesmo insetos, animais peçonhentos ou pessoas peçonhentas. Não mataria nem o inimigo. Preciso aprender a matar como todas as pessoas ditas normais fazem. Sou anormal, gente! Não sei matar nada que tenha fluido vital. Preciso ser normal como as pessoas que matam amigos, familia, crianças, idosos, etc, isso todo dia, todo tempo (vide o noticiário). Matar é trivial, normal e necessário para essa gente. Então então eu precisaria ser normal como essa gente.
VERA VERÃO
Talento destruído e assinada por desamor e preconceito

VERA VERÃO
Vítima do desamor


Tem gente que mata com vários tipos de arma e tem gente que mata com palavras e ações venenosas. Vejo o caso da famosa "Vera Verão" como foi noticiado em sua morte. Ah! Eu achava maravilhosa a artista que encantava todo mundo, teve um choque emocional e morreu. Famoso padre do show bis, foi à emissora de TV conversar e abençoar artistas e funcionários. Quando chegou a vez de Verinha, negra e homossexual, foi repudiada pelo padre.Vera Verão teve um troço. E morreu disso. Enfartou por mágoa e preconceito. Foi o que jornais e revista contaram na época. Agora se os religiosos matam em nome de Deus, é normal. Então preciso aprender a matar.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A "COISA" EM "USHER" - 20/11/2014

Na antiguidade os doentes de epilepsia eram considerados possuídos por espíritos maus. Eram trucidados a pauladas no meio das ruas pelo povo. Eram queimados em fogueiras como bruxas. Trancados em masmorras ou celas pelo resto da vida. Ou eram escondidos pelos parentes no quarto dos fundos, trancados para sempre. Eu vivo trancado em "Usher". Desde criança, acusado de ser louco, viciado em drogas ou bêbado. Era essa doença e eu não sabia. Nem a centenas de médicos pelas quais passei. Fiquei marginalizado até mesmo pela família. Até que surgiu Dr Paulo Matheus como uma resta de luz para mim. - SOU EPILÉTICO, PUTA MERDA. Resta-me a esperança de tratamento do Dr Red. E ir até Igreja Universal tentar o milagre.



NOTA:
Para quem tem sintomas semelhantes ao meu, fica a minha receita de alívio. Compressa fria na cabeça (sem gelo), respiração profunda e oração. Melhora em 20 minutos. Tentem.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

AGRADECIMENTOS AO AQUINO - 19/11/2014

Agradeço meu amigo Aquino. As coisas das caixas culturais estão sendo colocadas no Blog. Além das coisas terríveis e reais também.

O NOME DA COISA - 19/11/2014

Ela tem vários nomes. É cabeluda e rouquejante. O surto dos últimos dias quase me matou. Dor e mal estar por todo o organismo. Mas levantei de novo. O maravilhoso Dr Red (Paulo Matheus) confirma por consultas e pesquisas que um dos nomes da "coisa" é epilepsia que me ataca por sobressaltos, agitação, luzes, calor, raiva entre outras coisas. Provoca até dores e mal estar na perna esquerda. Deu medicamento. Ele também concorda com Drª Kássia, oftalmo, que a lesão no fundo do meu olho, causada por toxoplasmose deixou uma cicatriz de 2cm que quando tenho problema emocional aciona o nervo ótico e esse ataca o cérebro, causando dores e transtornos. Contudo, afora isso, dizem que sou obsidiado por espíritos malígnos, centenas, e também tenho problemas de mediunidade, que também é outro nome da "coisa". E o conjunto só me fode de verde e amarelo.

Ainda bem que tenho agora Dr Red, Dr Wlamir, e Drª Kássia para me apoiar e combater o mal que por mais de 60 anos médicos desnaturados ou ineficientes nunca descobriram ou não quiseram descobrir, preferindo me receitar remédios tarja preta e tarja vermelha ou mandando-me para psiquiatras. E me fodendo mais ainda.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

TOC DE NATAL -13/011/2014

1 - Tento arrumar a casa para as festas. Não consigo, está lotada de neuroses. Tento ajeitar pelo menos o quarto, colocar anjos e luzes para a minha ilusão. Também está lotado. Centenas de caixas cheias de milhares de trastes sobre som e imagens culturais. Estou colecionando lixo há quase cem anos.

2 - A mulher pirada que me tocou de sua casa dizendo que não tomo banho está tentando voltar voltar pra mim. Não aceito. Sou um capricórnio rancoroso. E quero que ela se foda.

3 - A mulher gorda do Bloco do Henrique Perasi Aquino deve estar se ferrando por aí. Ano passado no SESC, me agrediu "de grátis", gritando em altas vozes que sou velho louco e decadente. Sou mesmo. E quero que ela se foda e engorde mais ainda neste Natal.

4 - Tem pessoas que já estão ferradas por causa do próprio veneno que carregam no corpo e na alma. Por exemplo, Luzia Horta, Andey Loveloti, monitores do Palácio Encantado. E também a bela e satânica professora Sandra. Espero que o veneno que eles têm na alma escorra para a barriga e saia fervendo pelo "cú".

5 - Para a vizinhança horrenda, deixo marcado apenas meu imenso desprezo.

6 - Para os meus poucos e queridos amigos, envio sempre as energias douradas do meu coração. Para esse meus poucos e queridos amigos, que chegue desde já as luzes coloridas do amor de Cristo.
E que eu também preciso aprender a ter mais. Mas não consigo.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DR EVANDRO E A SUBURRA - 11/11/2014

Eu tenho pouca evolução. Eu sou arrogante, elitista e intolerante. Não suporto a energia que vem da suburra. Nem a energia que vem do vips do altiplano. A energia deles me causa náuseas, dores e desespero. Raros são os que podem se aproximar de mim. Formam uma elite de gente melhor para mim. Com esses eu posso conviver sem dores ou mal estar. Dr Evandro da Spider (assim como Benê da Moriá) viaja comigo em busca das estrelas do passado, salva pelados e peludos para minha coleção. Me ajuda colecionar músicas e textos maravilhosos, como não se fazem mais neste mundo de merda atual. Eu e Evandro salvávamos Decameron de Pasolini, quando entra um bando de suburrenhos, agitados e fétidos. Pirado que , entro em surto e fujo desesperado. Tontura, náusea, dor. Em casa, procuro por Beatriz Segal. Sua imagem bela, sua elegância me acalmam.
Beatriz Segal

 Então procuro Marilyn Monroe e ela encorporada pela grande mãe, sorri pra mim, cheia de ternura. E finalmente me encontro com Amaran, o quinto irmão (ele é o próprio Clint Walker). Aconchego-me junto ao peitoral amplo de pelos sedosos. Sereno e sem medo, adormeço.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014
A "Coisa" na minha virilha

A "Coisa" na minha virilha

A "Coisa" na minha virilha

O Demônio está na gente mesmo. "Medo, medo"

COMO SER MALDITO - MARCIO PIMENTEL ENCENADOR

COMO SER MALDITO 
MARCIO PIMENTEL ENCENADOR

Admiro o trabalho de Marcio Pimentel. Faz um teatro bonitinho e terno. Ou cria montagens além da imaginação. Eu fui filmar a performance “A Praia” sucesso de Mariza Basso em uma casa noturna. Alguém me apresenta Marcio Pimentel. Na mesa ao lado Luzia Horta e seu amásio, bêbados, começam chorar e gritar que eu destruí a vida do homem pedindo o telefone de sua cachorrinha há 30 anos atrás. A seguir Mariza Basso e Julio Hernandes e eu fomos ao local de trabalho desse diretor que montava novo espetáculo. Foi quando vi chegar Andrei Lovelote terrível monitor do palácio encantado e como pensei só eu não fui escalado para o espetáculo. Andrei não deixaria. Ele me barrava em todas promoções na cidade. Resignado me afastei e passei a fazer tudo sozinho, teatro, performances, etc sem mais ilusões. Detalhe eu e o Pimentel nunca jamais sequer conversamos, mas eu ia ver tudo que ele fazia porque o trabalho dele é bom. Excetuando meus amigos ele trabalhou com as mais venenosas víboras da cidade: Suelen Patológica uma bruxa terrível. O Andrei e Marcelo Deloni satânicos de carteirinha entre outros. Para mim nunca houve espaço e acho que foi até bom.
Tempos depois em uma performance de grande sucesso no 666 dos irmãos Rosa, o Márcio estava lá. No final me encarou intensamente e havia grande raiva no seu olhar. Jamais entendi. Por outro lado pode não ser anda disso. Ele simplesmente nunca foi a fim de mim e dos meus talentos.

 Admiro o trabalho de Marcio Pimentel. Faz um teatro bonitinho e terno. Ou cria montagens além da imaginação. Eu fui filmar a performance “A Praia” sucesso de Mariza Basso em uma casa noturna. Alguém me apresenta Marcio Pimentel. Na mesa ao lado Luzia Horta e seu amásio, bêbados, começam chorar e gritar que eu destruí a vida do homem pedindo o telefone de sua cachorrinha há 30 anos atrás. A seguir Mariza Basso e Julio Hernandes e eu fomos ao local de trabalho desse diretor que montava novo espetáculo. Foi quando vi chegar Andrei Lovelote terrível monitor do palácio encantado e como pensei só eu não fui escalado para o espetáculo. Andrei não deixaria. Ele me barrava em todas promoções na cidade. Resignado me afastei e passei a fazer tudo sozinho, teatro, performances, etc sem mais ilusões. Detalhe eu e o Pimentel nunca jamais sequer conversamos, mas eu ia ver tudo que ele fazia porque o trabalho dele é bom. Excetuando meus amigos ele trabalhou com as mais venenosas víboras da cidade: Suelen Patológica uma bruxa terrível. O Andrei e Marcelo Deloni satânicos de carteirinha entre outros. Para mim nunca houve espaço e acho que foi até bom.
Tempos depois em uma performance de grande sucesso no 666 dos irmãos Rosa, o Márcio estava lá. No final me encarou intensamente e havia grande raiva no seu olhar. Jamais entendi. Por outro lado pode não ser anda disso. Ele simplesmente nunca foi a fim de mim e dos meus talentos.

PERFORMANCE DE GRIZEL NO 666. APARECEM SUELI, AO LADO DE ESSO MACIEL E MARISA ROSA E MÁRCIO PIMENTEL.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Something Cruel

Nunca tive grandes sonhos, não desejei bens materiais, status, posição, amores, paixões, família, poder, foder, etc etc. (embora essas coisas me surgissem)

Eu era contente fazendo poesia, desenhando, brincando de teatro e colecionando imagens de estrelas e filmes antigos. E tirava das ruas, plantas e animais abandonados. Gente! eu tinha tudo pra ser feliz. E NÃO FUI !! como todo mundo aliás.

Alguma coisa cruel me perseguia e grudou em mim como faz com todos. Ninguém escapa. Ciente do pouco tempo que temos, não pensava em correr atrás de cargos, dinheiro, políticos. E vivia só (vivo) e isso me basta. Estando contente comigo mesmo prescindia dos demais. ( e esses demais me enchendo o saco por eu ser assim)

A manada condicionada às regras e modas mugia (e muge) numa só direção, a do abismo, natural meta do planeta de expiação. Eu, sozinho, seguindo para o mesmo fim.

Para alguns como eu, o fim pode ser um alívio. Más a Dona Morte brinca de gato e rato comigo. E me trouxe ao beiral dos 100 anos. SACO! E a porca vida tirando de mim tudo que amo. as pequenas coisas que me fazem feliz. Minha mãe, tia Yaya, 2 ou 3 amigos, Poder tomar leite e comer salsicha. SACO! SACO!

Alguma coisa cruel avassala a casa de Usher e ruge pra mim. Mata meus cães, céga meus olhos. Não me deixa desenhar, fazer teatro e nem bater punheta. Um horror! É uma morte lenta, odiosa para quem já está cheio de tudo desde sempre.

As vezes essa "coisa danada" ceifa uma vida recente e cheia de realizações que os humanos saltam. Como aconteceu com Marilyn a Monroe foi uma deusa infeliz cujo intenso brilho só a enloqueceu, fez sofrer e morrer cedo. (ainda bem!)

E não se iluda VOCÊ. A "coisa ruim" já está na sua vida. Ela tá te "pegando" através dos seus sonhos materiais ou de amores. E VAI TE FERRAR. E VAI TE MATAR !! - e não adianta oração ou médico. Pasargada acabou, não há para onde ir. E se você decidir fugir para SAMARRA, já sabe o que vai encontrar lá !

Assim mesmo, como eu, que nem para a morte consegui escapar, ainda...

A "Coisa" vigia Edinho. 

Something Cruel


AS ESTRELAS E EU - MÁRCIA GONÇALVES ATRIZ

AS ESTRELAS E EU
MÁRCIA GONÇALVES ATRIZ

Conheci Márcia Gonçalves. Ela estava no elenco de “Emoções ou...” de Evaldo Barros como uma perua louca e fascinante.
De cara ela ficou minha amiga marginais que somos a gente se entendeu. Linda. Olhos azuis de estrela carinha de princesa ou de boneca.
Ora parecia uma menininha ora virava um moleque. Passamos a conviver teatralmente eu percebia nela algo trágico além de sua constante alegria.
Fui a infectologista por cisma para ver exames de AIDS. Ela estava lá. O ela deu positivo. Ela continuou alegre e se autodestruindo com drogas e festas.
Quando montei “Hoje Comemos Rosas” com a estelar Mariza Basso Marcinha foi Raquel a mulher que ganha o morto no banheiro. No dia da estreia para convidados nervosa e pirada de fumos ela errou o texto perdemos uma parte inteira.
Fiquei furioso mas perdoei impossível resistir a Marcinha.
O Elenco de "Hoje Comemos Rosas"

À frente Márcia, Mariza Basso e Esso. Atraz, o ator Briani e Patricia Bresser.

Marcinha, Mariza e Esso



Márcia Gonçalves e Mariza Basso

Márcia, a noiva do morto no banheiro, Edson Rodrigues


Márcia e o morto Edson

Márcia e Esso Maciel, à um passo do além

Marcinha e a estrela Mariza Basso




Depois ela e Mariza Basso saíram mambembando Brasis a fora levavam sua beleza e sua arte ao povo aos caminhantes da vida. Ela e Mariza como irmãs criaram um mundo inesquecível de arte e boniteza. Então ela se afastou casou teve filho sempre se autodestruindo. Aquela coisa trágica dentro dela a consumia. Partiu. Dela ficou-me imagens que mostro agora para o mundo.

Márcia Gonçalves, Esso e o Diretor Evaldo Barros