quinta-feira, 13 de novembro de 2014

TOC DE NATAL -13/011/2014

1 - Tento arrumar a casa para as festas. Não consigo, está lotada de neuroses. Tento ajeitar pelo menos o quarto, colocar anjos e luzes para a minha ilusão. Também está lotado. Centenas de caixas cheias de milhares de trastes sobre som e imagens culturais. Estou colecionando lixo há quase cem anos.

2 - A mulher pirada que me tocou de sua casa dizendo que não tomo banho está tentando voltar voltar pra mim. Não aceito. Sou um capricórnio rancoroso. E quero que ela se foda.

3 - A mulher gorda do Bloco do Henrique Perasi Aquino deve estar se ferrando por aí. Ano passado no SESC, me agrediu "de grátis", gritando em altas vozes que sou velho louco e decadente. Sou mesmo. E quero que ela se foda e engorde mais ainda neste Natal.

4 - Tem pessoas que já estão ferradas por causa do próprio veneno que carregam no corpo e na alma. Por exemplo, Luzia Horta, Andey Loveloti, monitores do Palácio Encantado. E também a bela e satânica professora Sandra. Espero que o veneno que eles têm na alma escorra para a barriga e saia fervendo pelo "cú".

5 - Para a vizinhança horrenda, deixo marcado apenas meu imenso desprezo.

6 - Para os meus poucos e queridos amigos, envio sempre as energias douradas do meu coração. Para esse meus poucos e queridos amigos, que chegue desde já as luzes coloridas do amor de Cristo.
E que eu também preciso aprender a ter mais. Mas não consigo.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DR EVANDRO E A SUBURRA - 11/11/2014

Eu tenho pouca evolução. Eu sou arrogante, elitista e intolerante. Não suporto a energia que vem da suburra. Nem a energia que vem do vips do altiplano. A energia deles me causa náuseas, dores e desespero. Raros são os que podem se aproximar de mim. Formam uma elite de gente melhor para mim. Com esses eu posso conviver sem dores ou mal estar. Dr Evandro da Spider (assim como Benê da Moriá) viaja comigo em busca das estrelas do passado, salva pelados e peludos para minha coleção. Me ajuda colecionar músicas e textos maravilhosos, como não se fazem mais neste mundo de merda atual. Eu e Evandro salvávamos Decameron de Pasolini, quando entra um bando de suburrenhos, agitados e fétidos. Pirado que , entro em surto e fujo desesperado. Tontura, náusea, dor. Em casa, procuro por Beatriz Segal. Sua imagem bela, sua elegância me acalmam.
Beatriz Segal

 Então procuro Marilyn Monroe e ela encorporada pela grande mãe, sorri pra mim, cheia de ternura. E finalmente me encontro com Amaran, o quinto irmão (ele é o próprio Clint Walker). Aconchego-me junto ao peitoral amplo de pelos sedosos. Sereno e sem medo, adormeço.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014

ESSO MACIEL APÓS SURTO DE OUTUBRO/2014
A "Coisa" na minha virilha

A "Coisa" na minha virilha

A "Coisa" na minha virilha

O Demônio está na gente mesmo. "Medo, medo"

COMO SER MALDITO - MARCIO PIMENTEL ENCENADOR

COMO SER MALDITO 
MARCIO PIMENTEL ENCENADOR

Admiro o trabalho de Marcio Pimentel. Faz um teatro bonitinho e terno. Ou cria montagens além da imaginação. Eu fui filmar a performance “A Praia” sucesso de Mariza Basso em uma casa noturna. Alguém me apresenta Marcio Pimentel. Na mesa ao lado Luzia Horta e seu amásio, bêbados, começam chorar e gritar que eu destruí a vida do homem pedindo o telefone de sua cachorrinha há 30 anos atrás. A seguir Mariza Basso e Julio Hernandes e eu fomos ao local de trabalho desse diretor que montava novo espetáculo. Foi quando vi chegar Andrei Lovelote terrível monitor do palácio encantado e como pensei só eu não fui escalado para o espetáculo. Andrei não deixaria. Ele me barrava em todas promoções na cidade. Resignado me afastei e passei a fazer tudo sozinho, teatro, performances, etc sem mais ilusões. Detalhe eu e o Pimentel nunca jamais sequer conversamos, mas eu ia ver tudo que ele fazia porque o trabalho dele é bom. Excetuando meus amigos ele trabalhou com as mais venenosas víboras da cidade: Suelen Patológica uma bruxa terrível. O Andrei e Marcelo Deloni satânicos de carteirinha entre outros. Para mim nunca houve espaço e acho que foi até bom.
Tempos depois em uma performance de grande sucesso no 666 dos irmãos Rosa, o Márcio estava lá. No final me encarou intensamente e havia grande raiva no seu olhar. Jamais entendi. Por outro lado pode não ser anda disso. Ele simplesmente nunca foi a fim de mim e dos meus talentos.

 Admiro o trabalho de Marcio Pimentel. Faz um teatro bonitinho e terno. Ou cria montagens além da imaginação. Eu fui filmar a performance “A Praia” sucesso de Mariza Basso em uma casa noturna. Alguém me apresenta Marcio Pimentel. Na mesa ao lado Luzia Horta e seu amásio, bêbados, começam chorar e gritar que eu destruí a vida do homem pedindo o telefone de sua cachorrinha há 30 anos atrás. A seguir Mariza Basso e Julio Hernandes e eu fomos ao local de trabalho desse diretor que montava novo espetáculo. Foi quando vi chegar Andrei Lovelote terrível monitor do palácio encantado e como pensei só eu não fui escalado para o espetáculo. Andrei não deixaria. Ele me barrava em todas promoções na cidade. Resignado me afastei e passei a fazer tudo sozinho, teatro, performances, etc sem mais ilusões. Detalhe eu e o Pimentel nunca jamais sequer conversamos, mas eu ia ver tudo que ele fazia porque o trabalho dele é bom. Excetuando meus amigos ele trabalhou com as mais venenosas víboras da cidade: Suelen Patológica uma bruxa terrível. O Andrei e Marcelo Deloni satânicos de carteirinha entre outros. Para mim nunca houve espaço e acho que foi até bom.
Tempos depois em uma performance de grande sucesso no 666 dos irmãos Rosa, o Márcio estava lá. No final me encarou intensamente e havia grande raiva no seu olhar. Jamais entendi. Por outro lado pode não ser anda disso. Ele simplesmente nunca foi a fim de mim e dos meus talentos.

PERFORMANCE DE GRIZEL NO 666. APARECEM SUELI, AO LADO DE ESSO MACIEL E MARISA ROSA E MÁRCIO PIMENTEL.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Something Cruel

Nunca tive grandes sonhos, não desejei bens materiais, status, posição, amores, paixões, família, poder, foder, etc etc. (embora essas coisas me surgissem)

Eu era contente fazendo poesia, desenhando, brincando de teatro e colecionando imagens de estrelas e filmes antigos. E tirava das ruas, plantas e animais abandonados. Gente! eu tinha tudo pra ser feliz. E NÃO FUI !! como todo mundo aliás.

Alguma coisa cruel me perseguia e grudou em mim como faz com todos. Ninguém escapa. Ciente do pouco tempo que temos, não pensava em correr atrás de cargos, dinheiro, políticos. E vivia só (vivo) e isso me basta. Estando contente comigo mesmo prescindia dos demais. ( e esses demais me enchendo o saco por eu ser assim)

A manada condicionada às regras e modas mugia (e muge) numa só direção, a do abismo, natural meta do planeta de expiação. Eu, sozinho, seguindo para o mesmo fim.

Para alguns como eu, o fim pode ser um alívio. Más a Dona Morte brinca de gato e rato comigo. E me trouxe ao beiral dos 100 anos. SACO! E a porca vida tirando de mim tudo que amo. as pequenas coisas que me fazem feliz. Minha mãe, tia Yaya, 2 ou 3 amigos, Poder tomar leite e comer salsicha. SACO! SACO!

Alguma coisa cruel avassala a casa de Usher e ruge pra mim. Mata meus cães, céga meus olhos. Não me deixa desenhar, fazer teatro e nem bater punheta. Um horror! É uma morte lenta, odiosa para quem já está cheio de tudo desde sempre.

As vezes essa "coisa danada" ceifa uma vida recente e cheia de realizações que os humanos saltam. Como aconteceu com Marilyn a Monroe foi uma deusa infeliz cujo intenso brilho só a enloqueceu, fez sofrer e morrer cedo. (ainda bem!)

E não se iluda VOCÊ. A "coisa ruim" já está na sua vida. Ela tá te "pegando" através dos seus sonhos materiais ou de amores. E VAI TE FERRAR. E VAI TE MATAR !! - e não adianta oração ou médico. Pasargada acabou, não há para onde ir. E se você decidir fugir para SAMARRA, já sabe o que vai encontrar lá !

Assim mesmo, como eu, que nem para a morte consegui escapar, ainda...

A "Coisa" vigia Edinho. 

Something Cruel


AS ESTRELAS E EU - MÁRCIA GONÇALVES ATRIZ

AS ESTRELAS E EU
MÁRCIA GONÇALVES ATRIZ

Conheci Márcia Gonçalves. Ela estava no elenco de “Emoções ou...” de Evaldo Barros como uma perua louca e fascinante.
De cara ela ficou minha amiga marginais que somos a gente se entendeu. Linda. Olhos azuis de estrela carinha de princesa ou de boneca.
Ora parecia uma menininha ora virava um moleque. Passamos a conviver teatralmente eu percebia nela algo trágico além de sua constante alegria.
Fui a infectologista por cisma para ver exames de AIDS. Ela estava lá. O ela deu positivo. Ela continuou alegre e se autodestruindo com drogas e festas.
Quando montei “Hoje Comemos Rosas” com a estelar Mariza Basso Marcinha foi Raquel a mulher que ganha o morto no banheiro. No dia da estreia para convidados nervosa e pirada de fumos ela errou o texto perdemos uma parte inteira.
Fiquei furioso mas perdoei impossível resistir a Marcinha.
O Elenco de "Hoje Comemos Rosas"

À frente Márcia, Mariza Basso e Esso. Atraz, o ator Briani e Patricia Bresser.

Marcinha, Mariza e Esso



Márcia Gonçalves e Mariza Basso

Márcia, a noiva do morto no banheiro, Edson Rodrigues


Márcia e o morto Edson

Márcia e Esso Maciel, à um passo do além

Marcinha e a estrela Mariza Basso




Depois ela e Mariza Basso saíram mambembando Brasis a fora levavam sua beleza e sua arte ao povo aos caminhantes da vida. Ela e Mariza como irmãs criaram um mundo inesquecível de arte e boniteza. Então ela se afastou casou teve filho sempre se autodestruindo. Aquela coisa trágica dentro dela a consumia. Partiu. Dela ficou-me imagens que mostro agora para o mundo.

Márcia Gonçalves, Esso e o Diretor Evaldo Barros